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A Aave, em parceria com seus parceiros DeFi, está trabalhando para lidar com as consequências do hack do KelpDAO.

Segundo a PANews, em 24 de abril, a CoinDesk informou que, após o ataque de segurança de aproximadamente US$ 292 milhões contra a KelpDAO, a Aave, em colaboração com várias organizações cripto, lançou a operação de resgate “DeFi Unido”, com o objetivo de estabilizar o mercado DeFi e preencher a lacuna de garantia do rsETH. A Fundação Lido Labs, da Lido Finance, propôs alocar até 2.500 stETH (aproximadamente US$ 5,7 milhões) para uma ferramenta de resgate dedicada; a EtherFi propôs contribuir com 5.000 ETH; e o fundador da Aave, Stani Kulechov, comprometeu-se a contribuir com 5.000 ETH. A Aave afirmou que mais compromissos serão anunciados após confirmação oficial.

Neste incidente, os atacantes mintaram 116.500 rsETH sem garantia, depositando quase 90.000 deles na Aave como garantia, e tomaram emprestado aproximadamente US$ 190 milhões em ETH e ativos relacionados, fazendo com que o valor total bloqueado da Aave evaporasse em US$ 10 bilhões. Anteriormente, o Conselho de Segurança da Arbitrum congelou aproximadamente 30.700 ETH (cerca de US$ 71 milhões), mas os fundos roubados restantes já haviam sido transferidos via Thorchain e convertidos em Bitcoin, tornando a recuperação mais complicada.